Cana, suor, cerveja, muita pinta e vários baseados não há melhor forma de dar as boas vindas ao semestre.
Fui embora
Andei
Subir
Desce
Andei mais e ao chegar SPLASH!
Piso em uma barata e a dedico ao meu vizinho recém defunto.
Como pode? Barrigudo, careca, parecia o tio Fred do Bob, era o sindico do prédio e vivia me dando curra por exercer atividades como: acionar os alarmes, tocar campainhas e murchar pinel de carro. Em um giro tornou-se um meninão magro, sentado, babando, sem pronunciar uma palavra.
É a prova de que o tempo passou e estou cá, eu homem, ele voltou a ser menino e agora nem no prédio que parecia ser dele mora mais.
Não sei entrar nas questões da finitude, meu esoterismo e minha ciência teóretica quantitativa se confundem,sinto e sei tanto que a indiferença é a melhor escolha.
Como talvez só restem as lembranças dos vivos, hoje escrevo a perda de um dos personagens de minha infância.
SPLASH!
É disso que eu falo...
ResponderExcluirBrindamos um começo, continuamos, mas narram um final...acaba, não saberei como, alguém vai contar...
Com esta indiferença, não só entras nas questões da finitude, como me levas até elas..Um jeito até Pessoano de viver, talvez um caminho não só de Pessoa, mas para pessoas...
Eu assumo, sou feliz e sou triste...pq afinal, nada se sabe..tudo se imagina...e tudo é tão pouco...
Enquanto a minha história pertencer a mim tb, quero AMAR!